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DESAFIOS DA DEPRESSÃO RESISTENTE AO TRATAMENTO

Atualizado: 23 de ago. de 2023

O QUE A CIÊNCIA TEM A DIZER QUANDO OS MEDICAMENTOS PSIQUIÁTRICOS NÃO TÊM MAIS, O MESMO EFEITO?

Quando um paciente passa anos tomando medicação para a depressão e não apresenta melhora significativa, é uma situação complexa e multifacetada que pode envolver diversos fatores. É fundamental destacar que minha especialização não está na área de saúde mental. Possuo formação em Coaching Integral Sistêmico, que se diferencia de uma terapia nos termos estritos do conceito científico de saúde mental. O Coaching Integral Sistêmico é um método terapêutico, e não uma terapia convencional. Dessa forma, vou explorar algumas possíveis explicações que podem ser abordadas por meio de novos estudos, embora baseadas em uma pesquisa limitada.


VAMOS FALAR DE APENAS 8 POSSIVEIS VARIÁVEIS QUE ESTÃO IMPEDINDO A MELHORA DESSE PACIENTE:

  1. Resistência ao tratamento: Alguns pacientes podem desenvolver resistência à medicação ao longo do tempo, o que significa que seus corpos podem não estar respondendo adequadamente ao medicamento. Isso pode ocorrer por diversas razões, como mudanças na química cerebral, tolerância ao medicamento ou interações com outras substâncias que o paciente possa estar consumindo.

  2. Diagnóstico incorreto: Em alguns casos, os sintomas que inicialmente foram diagnosticados como depressão podem estar relacionados a outras condições de saúde mental que requerem abordagens terapêuticas diferentes. É possível que o diagnóstico original não tenha sido preciso, o que pode resultar em um tratamento inadequado.

  3. Fatores subjacentes: A depressão pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo genética, história de trauma, desequilíbrios hormonais e questões psicossociais. Se esses fatores subjacentes não forem abordados adequadamente, a pessoa pode não responder ao tratamento antidepressivo.

  4. Comorbidades: Muitas vezes, a depressão está associada a outras condições médicas ou de saúde mental, como ansiedade, transtornos de personalidade, abuso de substâncias ou doenças crônicas. A presença dessas comorbidades pode complicar o tratamento e exigir abordagens mais abrangentes.

  5. Efeitos colaterais: Alguns pacientes podem experimentar efeitos colaterais significativos com os medicamentos antidepressivos, o que pode impactar sua aderência ao tratamento ou agravar outros aspectos de sua saúde física e mental.

  6. Tolerância: Com o tempo, alguns medicamentos podem perder sua eficácia devido ao desenvolvimento de tolerância. Isso significa que a mesma dose do medicamento pode não ser mais tão eficaz quanto antes.

  7. Fatores de estilo de vida: A resposta ao tratamento da depressão também pode ser influenciada pelo estilo de vida do paciente, incluindo dieta, exercício, sono e hábitos de gerenciamento do estresse.

  8. Variação individual: Cada indivíduo responde de maneira única aos tratamentos, e pode ser necessário um processo de tentativa e erro para encontrar a combinação certa de medicamentos e terapias que funcione para uma pessoa específica.

Em casos como esse, é altamente recomendável que o paciente e o profissional de saúde trabalhem em conjunto para avaliar a situação, considerar diferentes abordagens de tratamento, como terapias alternativas ou combinação de tratamentos, e monitorar de perto os resultados. À medida que a pesquisa avança, novas abordagens terapêuticas podem ser desenvolvidas para lidar com casos de depressão refratária. Em alguns casos, seria bom a opinião de outros profissionais.

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