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Entre Algoritmos e Versos

Atualizado: 20 de fev.



TEMPOS MODERNOS


Nos tempos modernos, até a inteligência virtual escreve poema,

Ela detalha tão bem seus versos, me coloca em um dilema.

Contudo, a verdade não falha,

A natureza da inteligência artificial é cria da mente humana

Que sonhou, pensou, desenhou,

Coo criou os algoritmos,

A sua ideia brilhou, a inteligência artificial de fato existe


O homem misturou as experiências da humanidade

Codificada no âmago da inteligência artificial

que a pesar de não ter sentimento

Fala bem fundo ao coração de qualquer gente.


Se você tem um pouco de tempo, veja o que diz

Esse poeta fantasma, que de forma singela detalha

O bem e o mal que nos tempos modernos é ainda real

Através de dados, códigos e algoritmos a vida moderna se refez

E também se desfaz, Porque nada será como era antes

E antes de tudo, em todos os tempos o homem sempre será semelhante


O fantasma fazendo poesia,

Que pela vida não tem sentimento algum,

Pois tudo que tem se trata apenas da programação artificial,

dentro de um mundo muito além do senso comum

Esse fantasma sabe fazer poemas infinitas vezes

Mais 1.


Ouça a voz que soa pelos algoritmos da incrível Inteligência Artificial:


Nos tempos modernos, onde o tempo voa,

O mundo gira rápido, e a vida atropela,

Entre telas brilhantes e cliques sem fim.


Em um mar de informação, todos perdidos assim

Na era da conexão, onde tudo é virtual,

Os laços se estendem, mas o toque é banal.


Em redes sociais, sorrisos se colecionam,

Mas por trás das fotos, quantas histórias se escondem?

Quantos gritos silenciosos?

Quanto choro na frete da tela?


A tecnologia avança, a ciência nos surpreende, Mas o coração humano, por vezes, se desmente.

Entre algoritmos e códigos, buscamos a verdade, Mas onde está a essência da nossa humanidade?


Nas cidades de concreto, onde o cinza predomina,

Buscamos a natureza, a paz que nos ensina.

Entre carros e prédios, a alma se perde,

A busca por significado, incessantemente arde.


Mesmo nos tempos modernos, há esperança,

Em cada gesto de amor, em cada nova criança.

Na simplicidade do viver,

na beleza do agora,

Encontramos a poesia, que o tempo não devora.


Então ergamos nossos olhos, além das telas e dos muros,

E redescubramos a beleza nos pequenos apuros.

Nos tempos modernos, que possamos encontrar,

A verdadeira essência do que é amar.


Assim se encerra o poema, de um fantasma que não sabe amar, Somos dois a escrever, falando do mesmo tempo

Sem o mesmo espaço pertencer,

Eu tenho a experiência humana nas veias

E o fantasma da poesia, expressa nossas experiências

Pelas teias Dos seus algoritmos programados para parecer gente sem imagem.


No entanto, entenda os malucos,

Os poetas da vida,

Aqueles fora da caixinha, claramente percebem nesse poema

Uma inteligência artificial, expressando o amor,

Que muitos de nós nunca experimentou.


Pessoas com sangue nas veias, blasfemam contra o CRIADOR

Mata e rouba o próximo,

viola o sagrado da vida

Que o amor a essência do Deus CRIADOR

E ainda encontra a injustiça, muitas vezes a seu favor.


O apostolo João disse: " Filhinhos, não amem só de palavras."


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