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EXISTE MACHISMO NAS IGREJAS EVANGELICAS

"Reflexões sobre o Machismo nas Igrejas Evangélicas: Desconstruindo Estereótipos à Luz da Fé"

Em um mundo que clama por igualdade e respeito, é crucial examinarmos de perto certas práticas que persistem nas igrejas evangélicas, muitas vezes em contradição aos ensinamentos de Jesus. Embora a mensagem central do cristianismo seja amor, compaixão e igualdade, a presença de manifestações machistas em comunidades religiosas não pode ser ignorada. Ao olharmos para a vida de Jesus, encontramos inúmeras situações em que Ele desafiou as normas culturais da época, valorizando e incluindo as mulheres em seu ministério. Em um momento marcante, Jesus se aproxima de uma mulher samaritana junto ao poço, desafiando preconceitos culturais e estabelecendo um diálogo profundo. Assim como Ele quebrou as barreiras culturais, as igrejas deveriam seguir SEU EXEMPLO, dando voz e espaço às mulheres além das esferas da vida eclesiástica. Temas como a violência domestica sofrida pela maioria das irmãs não é abordado, ao contrario disso se coloca sobre os ombros da mulher a responsabilidade de manter seu casamento, ainda que debaixo de humilhação e violência, não se fala da legalidade do divorcio para as mulheres que sobrem abusos, muitas vezes os abusadores estão na liderança das igrejas locais . A narrativa com Maria, irmã de Lázaro, também ilustra a consideração de Jesus pelas mulheres. Em um ambiente onde as mulheres eram frequentemente relegadas a papéis secundários, Maria se destaca ao sentar-se aos pés de Jesus, assumindo o papel de discípula. Este episódio desafia as expectativas sociais e destaca a importância de capacitar as mulheres não apenas como seguidoras, mas como líderes e discípulas ativas na obra de Deus, e também protagonistas de suas vidas, merecedoras de amor e respeito, começando na sua casa. Ao considerarmos esses momentos, é essencial questionar por que, em muitas igrejas, as mulheres são limitadas a funções tradicionais, e o pior de tudo, tendo suas dores e sofrimentos ignorados, o exemplo do cuidado e da valorização da mulher por Jesus, é muito claro. Cristo não só valorizou as mulheres, mas também as envolveu integralmente na proclamação do Reino de Deus.

Quem foi a primeira pessoa a ver Jesus após sua ressurreição?

Então reparou que alguém estava atrás de si. Era Jesus, mas não o reconheceu. “Porque choras?”, perguntou ele. “Quem procuras?” Ela pensava que fosse o jardineiro: “Se foste tu que o levaste, mostra-me onde o puseste que eu vou buscá-lo.” “Maria Madalena!”, disse Jesus. Ela voltou-se para ele: “Raboni!”, que quer dizer: “Meu Mestre."
“Não me toques”, disse Jesus, “porque ainda não subi para meu Pai. Mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes que subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.”

A reinterpretação dos textos sagrados à luz desses episódios reveladores entre outros, inclusive no Antigo Testamento, deve ser um chamado à ação para as comunidades evangélicas, cuidarem de verdade das mulheres que sofrem violência doméstica. Para de tampar o sol das mulheres abusadas com a peneira do machismo. As palavras de Jesus e suas interações demonstram um profundo respeito e consideração pelas mulheres, desafiando a discriminação de gênero que persiste em muitos contextos religiosos hoje. À medida que a comunidade evangélica reflete sobre essas verdades, é hora de abraçar uma abordagem mais inclusiva e igualitária. Reconhecendo plenamente o valor e as contribuições únicas das mulheres, as igrejas podem se tornar verdadeiramente representativas dos princípios de amor e justiça que Jesus tão claramente exemplificou em sua vida terrena. Essa transformação não é apenas desejável, mas fundamental para a fidelidade aos ensinamentos de Cristo.

Um convite para você assistir a esse curta. Compartilhe este poste, deixe seu gostei, comente.



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