• Sidha Moitinho

REATIVO OU AUTORRESPONSÁVEL?

Atualizado: Set 12


Quem nunca esteve em uma situação em que apenas reagiu ao estímulo, dando uma resposta sem avaliar os danos ou as consequências? Acredito que todos nós já fomos reativos em muitos momentos das nossas vidas e, que tivemos sorte, quando foi possível consertar os estragos e, também tivemos muita dor de cabeça ao depararmos com resultados inevitáveis. Contudo, existe uma diferença entre agir sem pensar eventualmente e, ser uma pessoa com padrão de comportamento reativo.

O que separa uma resposta adequada de uma reação reativa ao estimulo é a capacidade de fazer uma escolha autorresponsável, ou seja, tomar a decisão de forma autoconsciente, compreendendo o momento e contendo-se para evitar maiores danos.

O fato de termos livre arbítrio não nos dar o direito de sair por ai falando ou fazendo o que dá na teia. Não podemos apenas reagir aos estímulos sem a preocupação de avaliar entre o certo e o errado, ignorando consequências, descumprindo as leis, desrespeitando ao próximo e a nós mesmos.

A liberdade de ESCOLHA vem acompanhada de autoresponsabilidade e da autoconsciência.

Já imaginou, por exemplo: quantos assassinatos teriam sido evitados, se alguém em uma contenda, no lugar de disparar uma arma, avaliasse a situação baseado em precipícios e valores?

A pessoa reativa acredita que a responsabilidade é sempre dos outros e nunca dela, seu discurso é de auto absolvição, cegamente diz que não pode mudar a ordem das coisas na própria vida e que a culpa da sua infelicidade e frustrações é das outras pessoas.

Pessoas reativas são influenciadas pelo meio externo, elas oscilam seu humor e seu desempenho sempre de de modo negativo.

A pessoa autorresponsável, além de assumir a responsabilidade sobre si mesmo, sobre suas escolhas, ela busca sempre o melhor para si e para os outros, priorizando princípios e valores. A autorresponsabilidade leva você a ser a única (o) responsavel por tudo que acontece na sua vida. Como autorresponsável, você, jamais colocará a culpa nos outros, deve aprender com os erros, e não vê o fracasso como o fim em si mesmo, mas a oportunidade de acertar da próxima vez.

Para pensar:

Sinceramente: Até que ponto o meio ambiente externo controla suas reações aos estímulos?





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